
A posição do governo ocorre após um almoço realizado no começo da tarde desta terça-feira (14) que contou com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Participaram, ainda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Guimarães e o novo líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS).
“Nós retiramos de pauta os aplicativos. Não há consenso nas Casas. Nem de um lado, nem do outro. Fica para depois”, disse Guimarães a jornalistas.
A decisão decorre da avaliação de que o parecer do relator Augusto Coutinho (Republicanos-PE) não atende às expectativas do Palácio do Planalto. A estratégia seria retomar o tema em 2027, se Lula for reeleito, com um relatório considerado mais adequado e sem a influência do ambiente eleitoral.
Guimarães contou que, no encontro, Lula solicitou o envio do PL que trata sobre a 6×1. “Lula pediu a Motta, ao líder [Pimenta] e a mim que negociássemos como tramitar tanto a PEC como o projeto de lei. Vamos sentar e vamos discutir. Então, a crise que estava existindo, está superada”, comentou o novo ministro. Segundo ele, Motta concordou com o encaminhamento do texto pelo Executivo.
“Vamos construir entendimento na República, esse é o meu papel”, complementou o ministro. A expectativa é de que a proposta seja enviada ao Congresso nesta quarta-feira (15).
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