
Ex-prefeito de Belford Roxo foi preso após a Polícia Federal encontrar um fuzil calibre 5.56 no porta-malas do veículo utilizado por ele; arma estaria acautelada a um policial militar da escolta
Por Redação BelfordRoxo24h / Ronaldo Cunha
Belford Roxo — Última atualização: 10 de julho de 2026
A prisão do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, provocou forte repercussão em todo o Brasil e também fora do país.
Desde que o caso veio a público, o BelfordRoxo24h recebeu inúmeras mensagens de seguidores querendo entender o que realmente aconteceu. Também chegaram manifestações de apoio e solidariedade enviadas por pessoas de diferentes estados e até de outros países, muitas delas afirmando acompanhar o trabalho realizado por Canella em favor da população de Belford Roxo.
Afinal, por que ele foi preso? De quem era o fuzil encontrado no veículo? E por que continua preso mesmo após surgir a informação de que a arma pertenceria a um policial militar?
A seguir, o BelfordRoxo24h reúne os principais acontecimentos em ordem cronológica.
A abordagem da Polícia Federal
Na manhã de 7 de julho de 2026, Márcio Canella foi abordado por agentes da Polícia Federal durante o cumprimento da 6ª fase da Operação Unha e Carne.
Inicialmente, ele foi levado à Superintendência da Polícia Federal, no Rio de Janeiro, para prestar esclarecimentos.
O motivo direto da prisão
Durante a ação, os agentes encontraram um fuzil calibre 5.56 no porta-malas do veículo utilizado por Canella.
A localização da arma foi o motivo imediato da prisão em flagrante por suspeita de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Até aquele momento, Canella era alvo da operação. Com a apreensão do armamento, sua situação mudou e ele passou à condição de preso em flagrante.
Canella afirma que a arma não era dele
Após a prisão, surgiu a informação de que o fuzil não pertencia a Márcio Canella.
Segundo informações divulgadas, a arma seria utilizada por um policial militar responsável pela escolta do ex-prefeito.
Arma estaria acautelada a um policial militar
Posteriormente, foi divulgado que o fuzil seria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e estaria acautelado ao sargento Alexandre Paixão da Silva Júnior.
A informação passou a ser central para explicar a origem do armamento e por que ele estava no veículo utilizado por Canella.
Como o fuzil teria permanecido no veículo
O policial responsável pelo fuzil seguia uma rotina de deslocamento. Ele ia de moto até a residência de Márcio Canella, pegava o carro utilizado durante os compromissos, realizava os trajetos ao longo do dia e, ao final do serviço, retornava com o veículo para a residência.
Depois disso, pegava novamente a motocicleta e seguia para casa.
O fuzil teria permanecido guardado no porta-malas do veículo, sob responsabilidade do policial ao qual o armamento estava acautelado.
No dia seguinte, o policial responsável teria enfrentado um imprevisto e se atrasado para chegar ao veículo utilizado por Canella. Enquanto isso, outro policial já conduzia o carro nos deslocamentos.
Márcio Canella não dirigia o veículo e não participava da rotina operacional da equipe de segurança. O armamento permanecia no porta-malas, sob responsabilidade do agente ao qual havia sido acautelado.
Outros policiais acompanhavam Canella
No momento da abordagem da Polícia Federal, outros policiais estavam acompanhando Márcio Canella na segurança.
Entretanto, o fuzil encontrado no porta-malas estava acautelado em nome de outro policial, que não estava presente naquele momento.
Esse detalhe passou a ser importante para esclarecer quem era o responsável direto pela guarda da arma.
Polícia Militar abre apuração
Após a repercussão do caso, a Polícia Militar instaurou um procedimento interno para apurar a conduta do policial responsável pela cautela do fuzil.
A apuração deverá esclarecer as circunstâncias em que o armamento permaneceu no veículo e se houve descumprimento das normas de guarda e segurança.
Até o momento, não houve divulgação pública da conclusão desse procedimento.
Audiência de custódia mantém a prisão
Após a prisão em flagrante, Márcio Canella passou por audiência de custódia.
Nessa etapa, a Justiça não decide definitivamente se a pessoa é culpada ou inocente. O objetivo é verificar a legalidade da prisão e analisar se o preso poderá responder em liberdade.
Ao final da audiência, o flagrante foi convertido em prisão preventiva.
Com isso, Canella permaneceu preso enquanto as investigações continuam.
Transferência para o sistema prisional
Depois de passar pela sede da Polícia Federal, Canella deu entrada no sistema prisional do Rio de Janeiro.
Inicialmente, foi encaminhado para Benfica. Posteriormente, foi transferido para Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó.
Defesa é reforçada
Após a manutenção da prisão, Márcio Canella contratou o criminalista Pierpaolo Bottini, conhecido por atuar em casos de grande repercussão nacional.
A expectativa é que a nova equipe jurídica concentre seus esforços na revogação da prisão preventiva e na apresentação dos elementos relacionados à origem e à responsabilidade pelo fuzil encontrado no carro.
Lacunas ainda precisam ser esclarecidas
Embora algumas informações já tenham vindo a público, ainda existem lacunas importantes sobre a dinâmica dos fatos.
Esses pontos dependem de confirmação oficial, da conclusão das apurações e da análise dos elementos reunidos pela defesa, pela Polícia Militar e pela Justiça.
Desinformação e uso político do caso
Após a repercussão da prisão, começaram a circular publicações com versões distorcidas, acusações sem comprovação e conteúdos apresentados como verdadeiros antes da conclusão das apurações.
Na avaliação do BelfordRoxo24h, parte desse material pode estar sendo usada politicamente em pleno ano eleitoral, atingindo a honra e a trajetória do ex-prefeito de Belford Roxo antes que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos pelas autoridades.
O comunicador Ronaldo Cunha, responsável pelo BelfordRoxo24h, afirma que irá acompanhar o caso 24 horas por dia, especialmente diante de publicações falsas, distorcidas ou sem comprovação que estejam sendo utilizadas para atacar a imagem de Márcio Canella.
Segundo Ronaldo Cunha, todos os materiais com indícios de fake news, manipulação ou ataque à honra serão reunidos e encaminhados à equipe jurídica de Márcio Canella, para que sejam analisados e, se houver fundamento, os responsáveis sejam acionados na Justiça.
O caso envolve um fuzil que, segundo as informações divulgadas, estaria acautelado a um policial militar. As circunstâncias em que o armamento permaneceu no veículo ainda estão sendo apuradas. Por isso, versões, acusações e suposições não devem ser apresentadas como fatos definitivamente comprovados.
O BelfordRoxo24h reunirá prints, vídeos, links e demais conteúdos que apresentem indícios de falsidade, adulteração ou ataques à honra. O material será encaminhado à equipe jurídica de Márcio Canella para análise e eventual adoção das medidas judiciais cabíveis.
Pedimos aos seguidores que receberem conteúdos possivelmente falsos ou manipulados sobre o caso que enviem o material à nossa redação, acompanhado do link, perfil responsável e data da publicação.
Críticas e opiniões fazem parte do debate público. A criação de fatos falsos, a adulteração de informações e acusações sem provas, porém, podem gerar responsabilização judicial.
Perguntas rápidas
Por que Márcio Canella foi preso?
Márcio Canella foi preso porque a Polícia Federal encontrou um fuzil calibre 5.56 no porta-malas do veículo utilizado por ele. A apreensão da arma levou à prisão em flagrante por suspeita de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
De quem seria o fuzil encontrado no carro?
Segundo informações divulgadas, o fuzil seria da Polícia Militar e estaria acautelado a um policial militar responsável pela escolta.
Canella dirigia o veículo?
Segundo as informações reunidas até o momento, Márcio Canella não dirigia o veículo e não participava da rotina operacional da equipe de segurança.
Por que ele continua preso?
Após a audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva. Com isso, Canella permaneceu preso enquanto as investigações continuam.
O caso ainda pode ter novos desdobramentos?
Sim. A Polícia Militar abriu apuração para esclarecer as circunstâncias envolvendo a guarda do fuzil. A defesa também poderá apresentar novos elementos à Justiça.
Resumo do caso
Márcio Canella foi preso porque a Polícia Federal encontrou um fuzil calibre 5.56 no porta-malas do veículo utilizado por ele.
A arma seria da Polícia Militar e estaria acautelada a um policial responsável pela escolta. O armamento teria permanecido no porta-malas e, no dia seguinte, um imprevisto teria atrasado a chegada do agente responsável ao veículo. Nesse momento, outro policial já conduzia o carro.
Canella não dirigia o veículo e não participava da rotina operacional da equipe de segurança. A Polícia Militar abriu uma apuração para esclarecer a responsabilidade pela guarda do fuzil.
Mesmo com essas informações, a Justiça manteve a prisão preventiva.
Atualizações do caso
10 de julho de 2026 — Até o momento, Márcio Canella permanece preso preventivamente. Esta matéria será atualizada sempre que surgirem novas decisões judiciais, manifestações da defesa, informações da Polícia Militar ou outros fatos relevantes.
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