
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia afirmou que a educação é um instrumento para orientar escolhas individuais e coletivas e para fortalecer a democracia. A declaração foi dada nesta sexta-feira (15), no encerramento do primeiro dia do Festival LED 2026, no Pier Mauá, em conversa com a jornalista Julia Duailibi.
Ao relembrar sua trajetória como estudante e professora de Direito, a ministra afirmou que o aprendizado não se limita ao ensino formal e está presente em diferentes espaços de convivência. “A educação é como se fosse uma candeia, uma luz que a gente tem permanentemente a nos guiar.”
Segundo Cármen Lúcia, a falta de acesso ao conhecimento amplia sentimentos de insegurança e vulnerabilidade. “O não saber nos deixa mais aterrorizados, deixa mais frágeis”, afirmou. Para ela, educar-se significa desenvolver a capacidade de compreender a realidade e de conviver com diferentes perspectivas.
A ministra também defendeu a importância da convivência presencial no processo de aprendizagem. “Não há tela, não há a melhor tecnologia do mundo que substitua o olhar humano, a prosa no pátio e o abraço do outro”, disse.
Ao encerrar sua participação, ela afirmou que a educação deve contribuir para formar pessoas “felizes, éticas e responsáveis por si e por todos os outros”.
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