
A defesa do ex-controlador do Banco Master quer que ele responda à investigação em liberdade. Vorcaro está preso preventivamente desde março, em Brasília.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, pediu na quinta-feira (5 de novembro) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a soltura de Daniel Vorcaro. O pedido partiu dos advogados do ex-banqueiro. Até a manhã deste sábado (7), Vorcaro continuava preso em Brasília.
Os advogados afirmam que Vorcaro está preso há cerca de oito meses e que, nesse período, nenhuma ação penal foi apresentada contra ele. A defesa argumenta que faltam fatos novos para justificar a prisão preventiva e pede ao STF que a substitua por outras medidas cautelares.
Quem decide sobre a soltura de Vorcaro?
A decisão cabe ao STF. A PGR deve apresentar sua posição sobre os argumentos da defesa antes de Fachin analisar o pedido. O ministro também solicitou um parecer sobre um possível vazamento de dados extraídos do celular de Vorcaro, relatado pelos advogados.
A prisão ocorreu no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraude em operações financeiras entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).





