
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira que acusou o governador do estado mexicano de Sinaloa, Rubén Rocha, e outros funcionários e ex-funcionários do governo por suposto envolvimento com o Cartel de Sinaloa.
Segundo o Departamento de Justiça, Rocha e os demais teriam conspirado com líderes do cartel para contrabandear grandes quantidades de drogas aos EUA em troca de apoio político e propinas. O gabinete de Rocha afirmou que ainda não foi notificado das acusações e que não dispõe de mais informações.
De acordo com o Departamento de Justiça, Rocha foi eleito governador de Sinaloa em 2021 com o apoio de uma facção do Cartel de Sinaloa liderada pelos filhos do fundador Joaquín “El Chapo” Guzmán, conhecidos como “Los Chapitos”.
Os Chapitos teriam sequestrado e intimidado seus rivais, segundo o Departamento de Justiça, em troca da promessa de Rocha de permitir que o grupo operasse com impunidade e distribuísse drogas para os EUA.
“A corrupção que possibilita o crime organizado e prejudica ambos os nossos países será investigada e processada onde quer que a jurisdição dos EUA se aplique”, afirmou a Embaixada dos EUA no México em comunicado separado após o anúncio das acusações.
O embaixador americano no México, Ronald Johnson, prometeu na semana passada tomar medidas contra a corrupção no país. Entre os demais acusados estão autoridades estaduais atuais e antigas, além do prefeito e de um ex-comandante de polícia de Culiacán, capital do estado, que tem sido afetada pela violência do narcotráfico.
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