
A inflação ao consumidor na China apresentou desaceleração no início de 2026, após atingir o maior patamar em quase três anos em dezembro de 2025, pressionada pela queda nos preços dos alimentos.
O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,2% em janeiro em comparação com o ano anterior, desacelerando em relação ao aumento de 0,8% em dezembro, informou o Departamento Nacional de Estatísticas nesta quarta-feira. Uma pesquisa do Wall Street Journal com economistas previa um crescimento de 0,4%.
Os preços dos alimentos caíram 0,7% em janeiro em relação ao ano anterior, revertendo a alta de 1,1% em dezembro. Os preços de produtos não alimentícios subiram 0,4% em janeiro, contra um crescimento de 0,8% em dezembro.
O núcleo do CPI, que exclui os preços voláteis de alimentos e energia, subiu 0,8% no início do ano em comparação com o ano anterior, contra um aumento de 1,2% em dezembro.
Em termos mensais, o CPI subiu 0,2% em janeiro, o mesmo que em dezembro.
Entretanto, o índice de preços ao produtor (PPI) da China caiu 1,4% em janeiro em comparação com o ano anterior, reduzindo a queda de 1,9% registrada em dezembro. Porém, o PPI (que mede a variação de preços na saída das fábricas) permanece em território deflacionário pelo 40º mês consecutivo.
A última leitura do PPI ficou abaixo da queda de 1,5% esperada pelos economistas consultados.
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