
O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina acumulou no ano passado um crescimento de 4,4% após uma queda de 1,3% em 2024, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) divulgados nesta sexta-feira (20).
O relatório aponta que, entre outubro e dezembro, o PIB cresceu 2,1 % em relação ao último trimestre de 2024. Esta foi a maior taxa de crescimento alcançada pela economia argentina desde 2022 (que foi de 5%) e representa uma retomada após as quedas de 1,6% em 2023 e de 1,3% em 2024.
Durante a primeira metade de 2025, o PIB experimentou uma forte recuperação: cresceu 5,8% no acumulado em 12 meses no primeiro trimestre e 6,4% no segundo.
No entanto, no segundo semestre do ano perdeu força (3,3% interanual no terceiro trimestre e 2,1% no quarto) pelas tensões cambiais, a incerteza política prévia às eleições legislativas de outubro – vencidas pelos governistas -, o encarecimento do crédito e uma demanda deprimida pela perda do poder de compra das famílias.
Entre os setores de peso, destacaram-se as altas no setor financeiro (24,7%), mineração (8%), agricultura (6,2%) e construção (4,3%).
O setor que mais caiu no ano passado foi o da pesca (-15,2%), enquanto uma atividade-chave para a economia, a industrial, mostrou sinais de estagnação, com uma alta marginal de 0,8% em 2025.
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