
A inadimplência no Brasil voltou ao pior patamar dos últimos nove anos, enquanto o Rio de Janeiro aparece entre os estados com maior nível de endividamento da população, segundo dados oficiais e levantamentos do setor financeiro.
De acordo com informações divulgadas pelo , a taxa de inadimplência do sistema financeiro nacional — que considera operações de crédito com atraso superior a 90 dias — alcançou 5,5% no início de 2026. Esse percentual é o mais alto desde 2017, período marcado por forte crise econômica, desemprego elevado e restrição de crédito.
O avanço da inadimplência está diretamente ligado aos juros altos, ao crédito mais caro e à dificuldade das famílias em equilibrar o orçamento mensal. Com parcelas maiores e menos acesso a renegociação, cresce o número de brasileiros que não conseguem manter os pagamentos em dia.
Rio de Janeiro lidera endividamento no país
No recorte estadual, dados de birôs de crédito apontam que o Rio de Janeiro concentra um dos maiores percentuais de pessoas endividadas e inadimplentes do Brasil. Levantamentos recentes indicam que cerca de 53% da população adulta fluminense possui dívidas em atraso ou está com o nome negativado, índice acima da média nacional.
Esse cenário coloca o estado na liderança do endividamento proporcional à população. Fatores como alto custo de vida, renda comprometida, desemprego e o uso recorrente do crédito para despesas básicas ajudam a explicar a situação. Na prática, milhares de famílias dependem de empréstimos, cartão de crédito e financiamentos para manter despesas essenciais.
É importante destacar que os dados do Banco Central medem a inadimplência do crédito bancário, enquanto os números estaduais refletem a negativação de consumidores, incluindo contas de consumo, cartões e financiamentos. Mesmo com metodologias diferentes, ambos os indicadores apontam para a mesma realidade: pagar as contas ficou mais difícil.
Reflexos diretos no consumo e na economia
Com a inadimplência elevada no Brasil e o endividamento recorde em estados como o Rio de Janeiro, o impacto chega diretamente ao comércio, aos serviços e ao mercado de trabalho. Famílias consomem menos, empresas reduzem investimentos e o ritmo da economia desacelera.
O retorno a níveis semelhantes aos de 2017 serve como alerta. Sem redução consistente dos juros ou melhora real da renda, o endividamento tende a se manter elevado, pressionando ainda mais o orçamento das famílias e ampliando os desafios econômicos no país.
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