
A mídia estatal iraniana confirmou neste sábado (28) a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, após os ataques coordenados lançados pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos em Teerã e outras cidades iranianas.
Segundo informações divulgadas por veículos oficiais e repercutidas pela agência EFE, Khamenei morreu em decorrência dos bombardeios a casa oficial. A confirmação encerra dias de versões conflitantes, após declarações iniciais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já havia afirmado que o aiatolá estava morto.
Quem era Ali Khamenei, líder máximo do Irã, morto pelos EUA e por Israel
De acordo com a imprensa estatal, autoridades iranianas reconheceram oficialmente a morte do líder supremo, que ocupava o cargo desde 1989, quando assumiu após a morte do aiatolá Ruhollah Khomeini. Aos 86 anos, Khamenei era a autoridade máxima política e religiosa do país e exercia influência direta sobre as Forças Armadas, a política externa e o programa nuclear iraniano.
A confirmação marca uma ruptura histórica no regime da República Islâmica e abre um período de incerteza sobre a sucessão no comando do país. Pela Constituição iraniana, o processo envolve o Conselho de Peritos, responsável por indicar o novo líder supremo.
A ofensiva que resultou na morte de Khamenei ocorreu em meio à escalada militar entre Irã, Estados Unidos e Israel, e já deixou centenas de mortos, segundo autoridades locais.
Familiares de Khamenei também morreram nos ataques
A agência iraniana Fars, vinculada à Guarda Revolucionária, também informou que familiares diretos do aiatolá também morreram nos ataques realizados por Estados Unidos e Israel no sábado.
Segundo o veículo, a filha, o genro e o neto de Khamenei foram mortos durante os bombardeios. A agência afirmou ainda que uma das noras do líder também não resistiu aos ataques. A informação teria sido confirmada após contato com fontes do gabinete do próprio aiatolá.
De acordo com o Crescente Vermelho iraniano, os ataques já deixaram mais de 200 mortos no país. Em reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU, o embaixador iraniano classificou a ação como “crime de guerra” e “crime contra a humanidade”.
A extensão total dos danos ainda não pôde ser verificada de forma independente, já que o regime restringe o acesso da imprensa internacional às áreas atingidas.
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