
A semana será marcada pela divulgação de dados relevantes para os mercados financeiros, com destaque para o relatório de empregos (“payroll”) e os números da inflação ao consumidor (CPI) de novembro nos Estados Unidos. Será a última semana do ano com dados relevantes para os investidores globais.
No Brasil, os investidores acompanham a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que será divulgada na terça-feira, além do IBC-Br de outubro e da atualização do Boletim Focus, previstos para esta segunda-feira.
Por volta das 8h, o futuro do S&P 500 subia 0,48%, enquanto o do Nasdaq avançava 0,46%, sinalizando uma recuperação após o tombo das ações de tecnologia na semana passada. Na Europa, os principais índices operam em alta firme, com o índice pan-europeu Stoxx 600 ganhando 0,80%. Já o DXY, índice que mede a força do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, recuava 0,07%, para 98,332 pontos. O petróleo opera em queda após dados fracos da economia chinesa derrubarem os preços de commodities metálicas e moedas de países exportadores; o Brent recua 0,20% para US$ 60,99 o barril.
Os números dos próximos poderão guiar as apostas na trajetória da política monetária brasileira e americana, enquanto os investidores permanecem atentos ao cenário político. Por aqui, o governo deve priorizar a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 128/2025 que propõe um corte de, no mínimo, 10% sobre os incentivos tributários até 2026.
Além disso, o projeto de lei (PL) da dosimetria, que prevê a redução de penas para condenados por crimes relacionados a golpe de Estado, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), será analisado pelo Senado na quarta-feira (17). Caso seja sancionado, Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), poderia cumprir menos de três anos de pena. A proposta gerou protestos nas principais capitais do país neste domingo, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Vale notar que notícias sobre a corrida eleitoral para 2026 seguem no radar dos agentes financeiros. A leitura de que o Centrão permanece mais articulado em torno da candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos), em detrimento do nome de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ganhou força entre gestores e contribuiu para a alta do Ibovespa na última sexta-feira.
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