
A Vale informou na noite desta segunda-feira (9) que três pedidos de bloqueio patrimonial, apresentados em caráter liminar e que totalizavam R$ 2,846 bilhões, foram rejeitados pelos respectivos tribunais competentes, referente aos recentes extravasamentos ocorridos em Minas Gerais.
Segundo a mineradora, permanece pendente apenas a decisão referente a um pedido de bloqueio no valor de R$ 200 milhões.
Em comunicado ao mercado, a companhia destaca que outras medidas liminares de natureza diversa foram concedidas pelos juízos competentes, incluindo algumas já em atendimento, como a paralisação das operações das unidades de Fábrica e Viga — as quais foram suspensas pela Vale em 25 de janeiro de 2026 — e a elaboração do plano de recuperação de áreas degradadas.
“A Vale esclarece que os extravasamentos registrados nas unidades de Fábrica e Viga, em janeiro de 2026, não têm qualquer relação com as barragens da companhia na região. As estruturas permanecem em condições de segurança inalteradas e sob monitoramento contínuo, 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirmou a companhia, acrescentando que as causas dos eventos recentes seguem sendo apuradas.
A mineradora diz ainda que continua cooperando com as autoridades e está executando ações de remoção de sedimentos e limpeza das áreas afetadas.
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