
Mangione, de 27 anos, havia se declarado inocente das acusações de homicídio, porte de armas e perseguição (stalking) por supostamente ter assassinado a tiros o CEO da UnitedHealthcare em Midtown Manhattan, em 2024. Autoridades públicas condenaram o crime chocante, mas Mangione acabou se tornando uma espécie de herói popular para alguns americanos que criticam os altos custos da saúde e as práticas das seguradoras.
A juíza distrital Margaret M. Garnett, de Manhattan, afirmou que decidiu rejeitar as acusações de homicídio e de porte de armas por considerá-las juridicamente incompatíveis com as duas acusações de perseguição que Mangione ainda enfrenta.
Garnett havia marcado anteriormente o início da seleção do júri para setembro.
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