
A prisão do vereador Salvino Oliveira no Rio de Janeiro ganhou novo capítulo nesta quinta-feira, após o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, detalhar como a investigação foi conduzida e rebater críticas sobre possível motivação política na operação. O caso de vereador preso no Rio de Janeiro rapidamente ganhou repercussão por envolver investigação em área dominada pelo Comando Vermelho.
Segundo o secretário, a prisão de Salvino Oliveira é resultado de uma investigação iniciada em 15 de outubro de 2024, quando a Polícia Civil começou a reunir elementos sobre possíveis articulações políticas na região da Gardênia Azul, apontada pela investigação como área sob influência do Comando Vermelho.
De acordo com Felipe Curi, durante meses foram realizados monitoramentos, cruzamento de dados e coleta de provas até que a Polícia Civil formalizou, em 1º de janeiro de 2026, o pedido de prisão do vereador.
O secretário explicou que o procedimento seguiu três etapas independentes: primeiro a representação da Polícia Civil, depois o parecer favorável do Ministério Público e, por fim, a autorização do Poder Judiciário.
“A análise da prisão passou por três esferas diferentes e independentes: Polícia Civil, Ministério Público e Poder Judiciário. Não é decisão de governo, é decisão da Justiça”, afirmou Felipe Curi.
Como foi feita a prisão de Salvino Oliveira
Segundo a investigação, Salvino Oliveira teria buscado autorização para realizar campanha eleitoral em área dominada pelo Comando Vermelho na Gardênia Azul, mediante contrapartidas relacionadas à instalação de quiosques na comunidade.
Após a autorização judicial, a operação foi executada pela Polícia Civil dentro de uma ação mais ampla.
Além da prisão de Salvino Oliveira, a mesma operação também resultou na prisão de seis policiais militares, incluindo oficiais.
Felipe Curi destacou esse ponto para reforçar que não houve seletividade política.
“A Polícia Civil não escolhe alvo por posição política, por grupo ou por conveniência. Quando a prova aparece, a polícia investiga, representa pela prisão e cumpre a ordem judicial”, declarou.
O secretário acrescentou ainda que a operação atingiu inclusive integrantes das forças de segurança.
“Há uma prova ainda mais clara de que essa investigação é séria e não tem qualquer lado político: ela cortou na própria carne do Estado”, afirmou.
Reação política após a prisão
A prisão de Salvino Oliveira provocou reação imediata de aliados do prefeito Eduardo Paes, já que o vereador pertence ao PSD.
Nos bastidores políticos, o caso aumentou a tensão entre grupos ligados ao prefeito e ao governador Cláudio Castro.
A defesa do vereador afirma que ele é inocente e sustenta que vai provar isso no decorrer do processo judicial.
A equipe do BelfordRoxo24h segue acompanhando o caso, que continua repercutindo no cenário político do Rio de Janeiro e pode influenciar novos debates sobre segurança, política e eleições no estado.
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