
Nesta sexta-feira (27), o governo norte-americano e as Forças de Defesa de Israel iniciaram a Operação Fúria Épica, uma ofensiva aérea e cibernética que atingiu mais de 1.000 alvos em território iraniano para neutralizar defesas militares e eliminar a cúpula do regime islâmico em Teerã.
Como foi planejado o início da operação contra o Irã?
O ataque foi autorizado pelo presidente Donald Trump e executado pelo Comando Central dos EUA com foco em velocidade e surpresa. Antes das bombas caírem, houve uma ofensiva digital coordenada pelos comandos Cibernético e Espacial. O objetivo foi paralisar os radares e as comunicações iranianas por meio de ataques de hackers e guerra eletrônica, fazendo com que os comandantes locais só percebessem a invasão quando os alvos iniciais já estivessem sendo destruídos.
O que são caças de quinta geração e como eles são usados na guerra?
Os modelos F-35 e F-22 representam o que há de mais moderno na aviação. Diferente dos aviões comuns, eles são ‘invisíveis’ aos radares inimigos (tecnologia stealth) e possuem sensores que compartilham dados em tempo real. No Irã, eles estão sendo usados para escoltar bombardeiros e destruir sistemas de defesa antiaérea e navios de guerra, já que podem se aproximar sem serem detectados e abater mísseis com extrema precisão.
Quais armas os EUA utilizam para destruir bases subterrâneas?
Apenas os americanos possuem o bombardeiro B-2 Spirit e a bomba GBU-57, desenvolvida especificamente para perfurar dezenas de metros de concreto e rocha antes de explodir. Essas aeronaves partem diretamente dos EUA em voos de mais de 37 horas. Além deles, os bombardeiros supersônicos B1-B Lancer estão sendo usados para destruir os locais de onde o Irã dispara seus mísseis de longa distância contra Israel.
Qual é a diferença entre superioridade e supremacia aérea?
A superioridade aérea ocorre quando um lado tem vantagem e pode realizar missões sem grandes perdas. Já a supremacia aérea, declarada por Israel e EUA no domingo (1), significa que a defesa do Irã foi tão degradada que não representa mais um risco efetivo. Contudo, como aviões iranians Sukhoi tentaram reagir na região recentemente, entende-se que, embora enfraquecida, a força aérea do país ainda mantém focos de resistência.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
- Mísseis, caças de 5ª geração e bombardeiros B2: EUA e Israel detalham ataque ao Irã
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