
Pela manhã, o dólar já registrava desvalorização frente ao real e também contra moedas de mercados emergentes e divisas mais sensíveis a preços de commodities. A alta do petróleo vinha dando suporte a essa classe de ativos, que se beneficiou ainda mais da sinalização de Trump de que os conflitos podem não escalar. Não só o dólar recuou, mas também o euro, que fechou abaixo de R$ 6,00 pela primeira vez em mais de um ano.
Diante disso, no fechamento do mercado à vista, o dólar comercial registrou desvalorização de 1,52%, cotado a R$ 5,1643, depois de ter encostado na mínima de R$ 5,1525 minutos mais cedo, e batido na máxima de R$ 5,2854 pela manhã. Já o euro comercial caiu 1,45%, a R$ 5,9963, menor patamar desde dia 21 de fevereiro de 2025, quando encerrou a R$ 5,9950.
Perto do fechamento, o real estava entre as cinco moedas com melhor desempenho frente ao dólar, na relação das 33 mais líquidas, ao lado de pares como o rand sul-africano, florim húngaro, peso mexicano e rublo russo. Já o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,11%, aos 98,881 pontos.
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