
Em reportagem publicada nesta quinta-feira (9), o The Wall Street Journal revelou que o regime comunista da China atuou nos bastidores para pressionar o Irã a aceitar negociações com os Estados Unidos.
Segundo a publicação, Pequim fez uma incursão diplomática incomum durante a guerra em curso no Oriente Médio e incentivou Teerã a se sentar à mesa com Washington, contribuindo para viabilizar o atual processo de diálogo, que será oficialmente inicialmente durante encontro entre americanos e iranianos no Paquistão neste final de semana. Embora o papel chinês não tenha sido considerado decisivo, o movimento teria gerado capital diplomático para o ditador chinês, Xi Jinping, junto ao presidente americano, Donald Trump.
O jornal lembrou que o próprio Trump mencionou nos últimos dias a atuação da China para encerrar o conflito, reconhecendo que Pequim ajudou a convencer o Irã a avançar nas tratativas oficialmente mediadas pelo Paquistão que resultaram no cessar-fogo temporário anunciado na terça-feira (7).
Trump e o ditador Xi Jinping devem se encontrar em maio na China, durante visita oficial do líder americano a Pequim. Conforme analistas ouvidos pelo Wall Street Journal, a atuação chinesa no conflito do Oriente Médio faz parte de uma estratégia mais ampla para criar um ambiente favorável ao diálogo bilateral com a Casa Branca, no qual Pequim busca negociar alívio em tarifas, restrições tecnológicas e uma posição mais moderada dos EUA em relação à independência de Taiwan.
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