
A perda de atratividade de mercados centrais e relevantes fez com que agentes financeiros passassem a olhar os emergentes com mais atenção. Nesse grupo, o Brasil vem se destacando, até porque pares como Rússia e China também perderam parte do interesse de investidores globais. É nesse contexto que o chefe de investimentos (CIO) de fundos macro da AZ Quest, Laurence Mello, diz que o mercado brasileiro virou “a nobreza do que resta”.
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