
Segundo a entidade, o acordo contribui para elevar os padrões regulatórios e de governança do setor químico.
Para a Abiquim, o fortalecimento da relação comercial entre os dois blocos de países se dá num momento estratégico, em que o Brasil busca ampliar inserção internacional, diversificar exportações e promover a reindustrialização com base em inovação e baixo carbono.
“O acordo representa uma oportunidade concreta de reposicionar a indústria química brasileira em cadeias globais de maior valor agregado. Ele amplia o acesso a mercados, incentiva o intercâmbio tecnológico e cria um ambiente mais previsível e moderno para investimentos, especialmente em áreas como bioeconomia, química de base renovável e energia limpa”, disse em nota André Passos Cordeiro, presidente-executivo da Abiquim.
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