
Um homem de 36 anos foi preso em Nova York, acusado de ter tentado se passar por um agente do FBI, a polícia federal americana, para libertar Luigi Mangione, acusado de ter matado o CEO da seguradora de saúde UnitedHealthcare, Brian Thompson, em dezembro de 2024.
Segundo informações da agência Associated Press, Mark Anderson, morador da cidade de Mankato, no estado de Minnesota, foi indiciado na quarta-feira (28) após ter aparecido no Centro de Detenção Metropolitano, no distrito nova-iorquino do Brooklyn, e falado aos funcionários da prisão que era um agente do FBI com documentos assinados por um juiz autorizando a libertação de Mangione.
De acordo com a denúncia, quando Anderson foi solicitado a mostrar suas credenciais, ele apresentou sua carteira de motorista de Minnesota e disse que portava armas. Os guardas o prenderam, o revistaram e encontraram com ele uma faca de churrasco e uma lâmina redonda em uma mochila.
Os promotores acrescentaram que Anderson atirou documentos na direção dos guardas que aparentemente continham acusações contra o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ, na sigla em inglês).
Mangione foi indiciado por 11 acusações estaduais e quatro acusações federais por ter baleado Thompson na saída de uma conferência anual de investidores da UnitedHealthcare em um hotel de Nova York em 4 de dezembro de 2024.
Quando foi preso dias depois na Pensilvânia, o homem, hoje com 27 anos, estava com uma espécie de manifesto contra seguradoras de saúde. Se condenado, Mangione, que se tornou um ídolo de radicais de esquerda, poderá receber a pena de morte.
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