
Os efeitos da falência do Banco Master vão além do setor bancário e suas consequências estão se tornando graves, alerta a revista The Economist, na reportagem “A quebra de um banco brasileiro envolve políticos e juízes”.
“O caso expôs ligações entre políticos, figurões do mercado financeiro e o judiciário em Brasília, prejudicando a reputação do Supremo Tribunal Federal e do Congresso”, diz o artigo publicado na edição da revista deste sábado (24).
A reportagem resume a trajetória do colapso da instituição financeira desde setembro, destacando os gastos “generosos” do empresário Daniel Vorcaro, logo após assumir o controle do banco em 2019. “Gastou mais de US$ 3 milhões na festa de 15 anos da filha”, diz a reportagem.
Em entrevista à The Economist, um procurador que atua no caso avalia como “Incomum e preocupante” a interferência do Tribunal de Contas da União (TCU) na autoridade do Banco Central sobre a decisão de liquidar o Master.
A reportagem afirma que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, é “o único claro vencedor dessa saga sórdida” já que se manteve “firme contra as pressões para salvar o Banco Master”. Como resultado, diz a revista, o Bacen pode conquistar “poderes mais robustos de supervisão sobre as instituições financeiras”.
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