
A S&P Global Ratings cortou a nota de crédito global da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) de “BB-” para “B+” e manteve a perspectiva negativa, citando riscos de execução e prazo para redução de alavancagem.
Os analistas Matheus Cortes e Flavia Bedran escrevem que a alavancagem ajustada da CSN permanecerá acima de 5 vezes em 2026, na ausência da venda de ativos dentro do novo plano anunciado pela companhia.
“Embora reconheçamos os esforços da empresa para melhorar sua estrutura de capital e reduzir a carga de juros, acreditamos que há riscos para a execução tempestiva dessas transações expressivas, o que pode postergar uma melhoria na alavancagem”, afirmam.
Eles notam que, com base nas expectativas da empresa em termos de valor e prazos de venda, uma vez concluídas ambas as vendas da CSN Cimentos e CSN Infraestrutura, a CSN poderia reduzir sua dívida em cerca de um terço até 2027.
“No entanto, acreditamos que a complexidade dessas transações, considerando a possível aprovação dos órgãos reguladores, gera grandes incertezas quanto ao seu cronograma e execução”, pondera a agência de classificação de riscos.
A perspectiva negativa reflete as chances de novo rebaixamento da nota caso as condições de negócios se deteriorem, como preços abaixo do esperado na mineração e margens de aço sob pressão persistente, e a ausência de venda de ativos prejudique ainda mais a alavancagem e a liquidez.
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