
A prova de vida do passou a ser automática em todo o Brasil, mas isso não significa que o procedimento deixou de existir. Em situações específicas, aposentados, pensionistas e beneficiários ainda podem ser obrigados a comparecer presencialmente para evitar bloqueio do pagamento.
A mudança, em vigor desde 2023, transferiu ao INSS a responsabilidade de comprovar que o beneficiário está vivo, por meio do cruzamento de dados. No entanto, quando esse cruzamento não funciona, a presença física volta a ser exigida.
Quando a prova de vida deixa de ser automática
A principal razão para a convocação presencial é a ausência de registros recentes do beneficiário em bases oficiais. O sistema do INSS utiliza interações como movimentação bancária, acesso ao gov.br, atendimento no SUS, atualização cadastral ou emissão de documentos.
Se nenhuma dessas ações for identificada dentro do prazo, o segurado sai do “radar digital”.
Também há exigência presencial quando existem dados inconsistentes, como divergência no CPF, nome, data de nascimento ou cadastro desatualizado no Meu INSS. Falhas na biometria bancária ou inexistência de registro biométrico também podem impedir a validação automática.
Convocação formal do INSS
Outro ponto importante é a convocação direta. Quando o INSS envia notificação — seja pelo aplicativo Meu INSS, carta ou aviso via banco — o comparecimento deixa de ser opcional.
Nesses casos, o beneficiário precisa regularizar a situação dentro do prazo informado para evitar a suspensão do pagamento.
Idosos e pessoas fora do ambiente digital
Beneficiários que não utilizam serviços bancários, não acessam a internet ou não atualizam documentos com frequência estão entre os mais vulneráveis. Mesmo com a prova automática, essas pessoas podem acabar sendo chamadas presencialmente por falta de movimentação reconhecida pelo sistema.
No caso de pessoas acamadas ou com dificuldade de locomoção, é possível nomear procurador legal ou solicitar atendimento diferenciado, desde que a situação esteja devidamente registrada.
Onde fazer a prova de vida presencial
Quando exigida, a prova de vida pode ser realizada:
- no banco onde o benefício é pago;
- em agência do INSS, mediante agendamento;
- em situações específicas, por meio de representante legal.
O que fazer para evitar problemas
Manter os dados atualizados é a forma mais simples de evitar bloqueios. A recomendação é acompanhar regularmente o aplicativo Meu INSS, conferir informações no gov.br e ficar atento a qualquer comunicação oficial.
Atenção a golpes
O INSS não solicita senha, não envia links por WhatsApp e não pede dados bancários por telefone. Qualquer contato fora dos canais oficiais deve ser ignorado.
Resumo
A prova de vida continua existindo. Ela é automática na maioria dos casos, mas não é garantida quando não há registros recentes, existem erros cadastrais ou ocorre convocação formal. Informação e acompanhamento evitam filas, bloqueios e transtornos.
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EM RESUMO: direta, objetiva e sem rodeio.
Prova de vida feita de forma automática
A prova de vida é automática quando o identifica qualquer movimentação recente do beneficiário em sistemas oficiais, como:
- Acesso ao gov.br
- Saque do benefício ou biometria no banco
- Atendimento no SUS
- Atualização no CadÚnico
- Emissão ou renovação de documentos (RG, CNH, passaporte)
- Votação em eleições
- Declaração de Imposto de Renda, quando aplicável
- Atendimento pelo Meu INSS
Com apenas um desses registros, a prova de vida é validada automaticamente.
Prova de vida feita de forma manual (presencial)
A prova de vida passa a ser manual quando o INSS não consegue confirmar a existência do beneficiário de forma automática. Isso acontece quando:
- Não há nenhuma movimentação registrada
- Os dados cadastrais estão desatualizados ou inconsistentes
- A biometria bancária não existe ou falha
- O beneficiário não usa banco nem serviços digitais
- Há convocação formal do INSS
Nessas situações, o beneficiário deve comparecer ao banco onde recebe o benefício ou a uma agência do INSS para regularizar.







