
O Brasil confirmou, em fevereiro de 2026, o primeiro caso de Mpox (varíola dos macacos) do ano, em um momento de grande circulação de pessoas por causa do Carnaval. A confirmação reacende o alerta das autoridades de saúde, principalmente em relação à prevenção, informação correta e identificação precoce de sintomas, sem gerar pânico.
De acordo com informações oficiais, o caso foi considerado importado, ou seja, a infecção não ocorreu no local de residência do paciente. A pessoa diagnosticada está sendo acompanhada pelas equipes de vigilância epidemiológica, seguindo todos os protocolos de isolamento e monitoramento clínico recomendados.
A Mpox é uma doença viral infecciosa, causada por um vírus da mesma família da varíola humana. A transmissão ocorre, principalmente, por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, secreções ou objetos contaminados, além de contato físico próximo e prolongado. Diferente da Covid-19, a Mpox não se espalha facilmente pelo ar.
Sintomas e evolução da doença
Os sintomas costumam aparecer entre 5 e 21 dias após o contato com o vírus. Os mais comuns são febre, dor de cabeça, dores no corpo, fraqueza e aumento dos gânglios linfáticos (ínguas). Após esse período inicial, surgem as lesões na pele, que podem se espalhar por diferentes partes do corpo, incluindo rosto, mãos, pés e região genital.
Na maioria dos casos, a doença apresenta evolução leve a moderada, com recuperação completa após algumas semanas. Complicações são mais raras, mas podem ocorrer em pessoas imunocomprometidas, crianças pequenas e gestantes.
Atenção redobrada durante o Carnaval
Com o Carnaval em andamento, especialistas reforçam a importância de cuidados básicos, como evitar contato direto com pessoas que apresentem lesões suspeitas, não compartilhar objetos pessoais e procurar atendimento médico ao surgimento de qualquer sintoma. A orientação das autoridades é clara: informação e responsabilidade individual são fundamentais para evitar a disseminação do vírus.
O Ministério da Saúde reforça que o Brasil possui experiência no enfrentamento da Mpox, com protocolos definidos, capacidade de diagnóstico e acompanhamento dos casos. Não há motivo para pânico, mas sim para vigilância e prevenção.
Monitoramento segue ativo
As secretarias de saúde estaduais e municipais seguem monitorando possíveis novos casos em todo o país, especialmente durante o período de festas. As autoridades destacam que a transparência na informação e a procura rápida por atendimento médico são essenciais para o controle da doença.
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