
Uma denúncia de violência sexual ocorrida durante o Carnaval em Palmas, no Tocantins, está sendo investigada pela Polícia Civil após a circulação de imagens que mostram uma mulher sendo abordada por um homem em frente a uma base de segurança e a uma viatura policial, em uma área de grande movimentação durante o evento.
O caso aconteceu no domingo de Carnaval, 15 de fevereiro, na região da Praia da Graciosa, e ganhou repercussão nacional depois que os vídeos começaram a circular nas redes sociais. As imagens foram decisivas para que o homem apontado como suspeito se apresentasse espontaneamente à polícia, segundo informações confirmadas durante a investigação.
Diante da gravidade do episódio, a Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar os fatos, enquanto a Guarda Metropolitana informou a abertura de sindicância administrativa para analisar a conduta dos agentes que atuavam no local no momento da ocorrência.
O que se sabe até agora
De acordo com as informações apuradas, a mulher estaria em situação de vulnerabilidade, possivelmente sob efeito de álcool, quando o homem se aproximou. As imagens que circularam amplamente mostram apenas os dois envolvidos, sem confirmação pública de que a vítima estivesse acompanhada no momento dos fatos.
Após a repercussão do caso, o investigado compareceu por conta própria à delegacia, prestou depoimento e, até o momento, responde em liberdade, já que não houve flagrante nem divulgação de pedido de prisão preventiva.
A investigação foi registrada como estupro de vulnerável, tipificação prevista quando a vítima não tem condições de oferecer resistência ou discernimento no momento do ato, conforme estabelece a legislação.
O que disse o investigado
Em depoimento à Polícia Civil, o homem negou a prática de crime e afirmou que a interação teria ocorrido de forma consensual. Essa versão, no entanto, não foi validada pelas autoridades e não encerra a investigação, que segue em andamento com base nas imagens divulgadas, nos relatos colhidos e no contexto de vulnerabilidade apontado na apuração.
Apuração segue em andamento
Além do inquérito policial, a sindicância aberta pela Guarda Metropolitana busca esclarecer se houve falha nos protocolos de segurança, já que o episódio teria ocorrido em uma área monitorada durante um evento público de grande porte.
As autoridades reforçaram que a identidade da vítima e do investigado não foi divulgada e alertaram que o compartilhamento de imagens íntimas ou que possam expor a mulher pode configurar crime, conforme previsto em lei.
Até o momento:
- Não há confirmação pública de reconhecimento formal do suspeito pela vítima ou por testemunhas;
- Não foi anunciada prisão relacionada ao caso;
- A investigação segue em sigilo para preservar a vítima.
O caso reacende o debate sobre segurança pública em grandes eventos, especialmente em locais que contam com presença ostensiva do Estado.
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